Morre lentamente quem não viaja, Quem não lê, Quem não ouve música, Quem destrói o seu amor-próprio, Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, Repetindo todos os dias o mesmo trajecto, Quem não muda as marcas no supermercado, Não arrisca vestir uma cor nova, Não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão, Quem prefere o "preto no branco" E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, Justamente as que resgatam brilho nos olhos, Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, Quem não se permite, Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte Ou da Chuva incessante, Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, Não perguntando sobre um assunto que desconhece E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o Simples acto de respirar. Estejamos vivos, então!
Excelente escolha, Digoeu. O texto não exige explicações. Fez-me lembrar uma fala em um filme: "ou nos ocupamos de viver, ou nos ocupamos de morrer!" O texto é um convite a nos ocupar em viver. Estive fora porque meu computador resolveu não funcionar. Estou acessando da faculdade. Será meu espaço de viajar na NET por enquanto. Um grande abraço!
Excelente escolha, Digoeu. O texto não exige explicações. Fez-me lembrar uma fala em um filme: "ou nos ocupamos de viver, ou nos ocupamos de morrer!" O texto é um convite a nos ocupar em viver. Estive fora porque meu computador resolveu não funcionar. Estou acessando da faculdade. Será meu espaço de viajar na NET por enquanto. Um grande abraço!